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Convênio com empresa é o aluno que chega em grupo

Tem empresa na sua cidade precisando de gente habilitada e funcionário querendo tirar carteira. Um convênio bem montado junta as duas pontas.

3 min de leitura

Ilustração de quatro funcionários de uma empresa de entregas conversando com um instrutor ao lado do carro da autoescola

Anúncio no Instagram traz um aluno por vez. Um convênio bom traz dez, e costuma trazer mais no semestre seguinte.

A lógica é simples. Tem empresa na sua cidade que precisa de funcionário habilitado, ou que quer dar um benefício que o pessoal valoriza de verdade. E tem muito funcionário que quer tirar a carteira, mas vai adiando porque o dinheiro nunca sobra. Você fica no meio.

Dois jeitos de montar

Antes de bater na porta de alguém, decida qual dos dois convênios você está oferecendo. Eles resolvem problemas diferentes.

A empresa indica, o aluno paga com desconto. Funciona com academia, faculdade, sindicato, associação de bairro. A empresa não gasta nada e ganha um benefício pra oferecer. O aluno paga menos. Você ganha um canal que manda gente sem você pagar anúncio.

A empresa paga a CNH do funcionário. Funciona com quem precisa de motorista: transportadora, distribuidora, empresa de entrega, prefeitura de cidade pequena. O contrato é no nome do aluno, mas a cobrança vai pra empresa.

O primeiro é mais fácil de fechar. O segundo costuma trazer turmas inteiras.

Com quem conversar

Esquece o dono da empresa na primeira conversa. Quem sente a dor é o RH, ou quem cuida da frota. É essa pessoa que perde o motorista que não pode dirigir o caminhão maior, ou que ouve do funcionário que ele queria muito tirar a carteira.

Leve uma proposta de uma página: o desconto ou o valor, como a indicação funciona e o que a empresa vai conseguir acompanhar. Proposta de 15 páginas não é lida.

O que faz o convênio durar

Convênio morre por um motivo: a empresa perde a noção do que está acontecendo. Ela indicou cinco pessoas, não sabe se alguém se matriculou, o RH liga pra perguntar, ninguém da escola sabe responder direito. No terceiro telefonema, a parceria esfria.

Por isso, o que segura o convênio é a transparência. A empresa precisa ver, sem ter que pedir:

  • quantas pessoas indicou
  • quem são
  • a situação de cada uma
  • o que ela deve, se for ela quem paga

No Kemani, isso fica num portal só da empresa parceira. Ela indica por lá, preenchendo nome, CPF, contato e o serviço, e acompanha os indicados no painel.

Painel do parceiro com o convênio, o desconto e os alunos indicados
O painel da empresa parceira: o convênio, o desconto e cada aluno indicado.

Do lado da escola, a indicação chega como um pedido. Um clique abre a matrícula já preenchida com o que a empresa mandou.

Cuidado com o desconto que ninguém aprovou

Convênio abre uma porta perigosa: todo aluno descobre que “conhece alguém da empresa tal”. Se qualquer vendedor pode aplicar o desconto, em seis meses metade da escola paga preço de convênio.

A saída é o desconto passar por uma pessoa só, geralmente o financeiro. No Kemani, o contrato de convênio nasce com o preço cheio e fica esperando essa aprovação. Vendedor não aprova.

Comece com uma empresa

Não precisa sair fechando dez convênios. Escolha uma empresa que você já conhece, de preferência onde um ex-aluno trabalha. Monte a proposta, feche, faça funcionar bem por três meses.

Depois disso, você já tem o melhor argumento pra próxima conversa: “a empresa tal já faz com a gente”.

Quer ver sua escola rodando assim?

A gente mostra o sistema rodando e responde tudo. Sem apresentação de 40 slides.

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